Trabalho do Centro Integrado de Comando e Controle do 4º BPM da PMSC ajuda a fiscalizar medidas restritivas no combate ao corona vírus

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Diante da pandemia que o mundo vive com o Covid-19 – corona vírus – há atividades que são essenciais. Os profissionais da segurança pública, da saúde, da limpeza de ruas não podem trabalhar de casa, eles precisam estar nas ruas e nos hospitais.

 

Após a publicação de um decreto do governador Carlos Moisés da Silva de não permitir a circulação de ônibus, o fechamento do comércio, de feiras livres, escolas, academias, espaços públicos, entre outras medidas, foi necessário intensificar a fiscalização e todos os setores da segurança pública estão atuando para manter a ordem pública. Para ajudar na fiscalização, os profissionais da segurança pública que estão nas ruas recebem o apoio dos policiais militares que estão no Centro Integrado de Comando e Controle do 4º Batalhão de Polícia Militar. Através das câmeras de videomonitoramento, os militares conseguem constatar aqueles que insistem em descumprir o decreto e efetivamente avisar aqueles PM’s que estão nas ruas a orientar as pessoas.

 

O gerenciamento e coordenação do Centro Integrado de Comando e Controle é de responsabilidade do sargento Gilberto Soares. O serviço foi reimplantado no 4ºBPM em maio de 2019, conta com um efetivo de oito policiais militares. Atualmente ele tem abrangência somente na área do 4ºBPM – que pertence a 1ª Região de Polícia Militar - que compreende os bairros Centro e Agronômica, parte da área continental - junto as cabeceiras das pontes Pedro Ivo Campos, Colombo Machado Salles e, agora a Hercílio Luz - , tendo como meta abranger toda circunscrição da 1ª RPM, que compreende a área territorial do município de Florianópolis, servindo de apoio para os três Batalhões da Capital.

 

O coordenador afirmou que, com a ajuda das câmeras e com a utilização do sistema de identificação facial, é possível identificar facilmente uma pessoa no meio da multidão, com um certo percentual de acerto, sistema esse que já nos auxiliou a identificar e prender algumas pessoas, localizar pessoa tida como desaparecida e até mesmo marcar os passos de pessoas que costumeiramente realiza furtos. Soares afirmou que tanto com o sistema de identificação facial como o próprio tino e diferencial policial das pessoas que aqui desenvolvem seu serviço, já foi possível, por exemplo, realizar a prisão de dois elementos, que após terem realizado um roubo à mão armada em uma farmácia no centro de Florianópolis, foram identificados dias depois pelo operador de serviço noturno das câmeras, que após realizar o acompanhamento, via monitoramento, solicitou o deslocamento de uma guarnição até o local para abordagem, no qual eles foram presos com a posse ilegal de um simulacro e uma certa quantidade de material entorpecente.

 

O trabalho realizado pelos policiais militares que atuam com as câmeras de videomonitoramento é importantíssimo no combate ao crime e na manutenção da ordem pública. Eles servem de apoio as guarnições que fazem ronda pela cidade. “Somos os olhos daqueles policiais militares que estão nas ruas. Ao ver perigo iminente, algum suspeito ou até mesmo alguém desaparecido nós conseguimos reconhecer e auxiliar as viaturas”, disse Soares, que concluiu: “algumas prisões são realizadas após a identificação facial, onde a pessoa que se torna alvo não espera que possa ser abordada pelo fato em questão, passando despercebida muitas vezes ao lado das guarnições sem ser notada, mas com ajuda de uma máquina através da inteligência artificial é identificada e abordada”.

 

 

“NÓS ESTAMOS AQUI POR VOCÊS. FIQUEM EM CASA POR NÓS!”

 

Fotos: Divulgação/PMSC

 

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