Governo propôs aumento de 12,5% aos militares estaduais

 

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Na reunião na tarde desta terça-feira (4), entre as oito instituições que representam os militares estaduais – entre eles o presidente da ABERSSESC, subtenente Flavio Hamann – e o secretário-adjunto de Estado da Administração, Luiz Antônio Dacol, e o auditor interno e gestor de negociação, Décio Vargas, foi apresentado a Reestruturação do Regime Remuneratório, um conjunto de normas para adequar os militares a nova legislação federal.

 

O Governo disse que reconhece a defasagem salarial e a proposta de reposição é de 12,5%, paga em 3x - março 2020, janeiro de 2021 e janeiro de 2022. O parâmetro usado para o pagamento da primeira parcela é o da aplicação dos descontos da Previdência que passa a cumprir agora de acordo com a lei federal. Já a segunda parcela foi considerado o aumento de 9,5% para 10,5% de contribuição da Previdência e, a terceira o fim do direito adquirido, prorrogado pelo governador, Carlos Moisés da Silva, até 31 de dezembro de 2021 conforme Decreto n.º 419/2019.

 

“A proposta foi de modo geral a recomposição e readequação das perdas com a contribuição previdenciária que atinge em especial os militares da reserva. Além disso, a paridade e integralidade entre ativos e inativos quando implementado a tabela do novo sistema de remuneração em 2022”, afirmou Hamann que, completou: “as associações foram incisivas e solicitaram um pouco mais, bem como pagasse também a perda salarial de 2019 equivalente a 4,48, somando 17,56”, disse.

 

As entidades devem analisar as planilhas e uma nova reunião deve acontecer na próxima terça-feira (11), as 14h, para que se dê continuidade às negociações.

 

Foto: Divulgação/ABERSSESC

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