Diretoria Executiva da ABERSSESC reúne-se com o comandante-geral do CBM

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A Diretoria Executiva da ABERSSESC, representada pelo presidente, vice-presidente e diretores de patrimônio e cultural e social, respectivamente, subtenentes Flavio Hamann, Cléber de Paulo Irmão, Adão Cândido e Edison Linhares Júnior reuniram-se, na tarde desta terça-feira (9), com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Charles Alexandre Vieira.

 

Em pauta, assuntos de interesse dos militares tais como: plano de carreira, reposição salarial, CETISP e Quadro de Oficiais Auxiliares (QOA). “Antes de ouvir sua posição como comandante-geral do Corpo de Bombeiros, nós gostaríamos de parabenizá-lo por ter assumido o Comando. Sabemos que não é fácil chegar até aqui, mas sabemos também que é um trabalho árduo e de bastante complexidade”, afirmou Hamann.

 

O coronel Vieira agradeceu e afirmou que sempre poderão contar com ele para ouvir as reinvindicações. “Nós comandantes ficamos sempre no meio termo entre as associações de oficiais e praças e governo. Mas, no que eu puder ajudar, contem comigo”, disse.

 

Quanto ao plano de carreira, o comandante-geral afirmou que saber da necessidade de uma reformulação. Já quanto a reposição salarial se mostrou solicito e no que puder ajudar e interceder junto ao Governo do Estado irá fazer.

 

Em relação ao CETISP, o coronel afirmou que há um projeto para que não tenha mais limite máximo de tempo – atualmente são oito anos. O novo projeto prevê renovação de contrato a cada dois anos e sem limite de tempo – apenas a idade de 70 anos.

 

Já o QOA, o comandante acha que ainda é necessário discutir mais e ouvir mais o que praças e oficiais tem a dizer. “Nós temos a lei e podemos aproveitar muita mão de obra de qualidade. Encontramos muita resistência, principalmente de oficiais que estão na reserva”, considerou Hamann.

 

“Eu vejo o QOA como a oportunidade de ter profissionais qualificados, com dedicação e estudos na formação e qualificação profissional constante. São eles que irão preencher a base de oficiais subalternos e deixar os oficiais de carreira em outras funções”, ponderou Linhares.

 

O coronel prometeu levar as considerações para a reunião do Conselho para então saber a opinião deles e encerrou o encontro agradecendo a visita e pedindo apoio e ajuda para fazer um bom comando.

 

“A reunião não poderia ser melhor. Foi amistosa e produtiva”, concluiu Hamann.

 

Fotos: Rafaela Dornbusch

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