A ABERSSESC apoia carta de alerta da ANERMB sobre a segurança pública no Brasil


A ABERSSESC apoia carta de alerta da ANERMB sobre a segurança pública no Brasil.




ALERTA DA ANERMB SOBRE A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL


A ANERMB - legítima representante de policiais e bombeiros militares e pensionistas do Brasil, - dirige-se a Sua Excelência, o presidente do Brasil, Michel Temer, aos senhores senadores, governadores, deputados federais, estaduais e prefeitos do Brasil, para expressar o sentimento com a aplicação do Plano Nacional de Segurança e as medidas adotadas para superar a crise do sistema carcerário.


Lembramos que, como especialistas no setor, as ações realizadas até o momento não resolvem o problema, sendo mais um paliativo. As representações dos policiais e bombeiros militares alertam há anos sobre a falta de investimento no setor, a pouca ou nenhuma valorização dos profissionais e, principalmente, para a entrada de drogas e armas pelas desguarnecidas fronteiras do Brasil, que vossas excelências bem conhecem.


Ao lembrar daqueles que cumprem pena criminal, os políticos devem considerar também os servidores da segurança que cumprem pena com os condenados, pois agentes penitenciários, policiais e bombeiros civis e militares, são jogados em conflitos internos nas prisões, com risco da própria vida e reflexos externos devido a revolta de familiares. A ação dos agentes da segurança para evitar massacres, como os ocorridos neste mês de janeiro, é fundamental para toda sociedade.


A PEC 024 - cria o Fundo Nacional da Segurança Pública - do senador João Capiberibe foi debatida em diversos fóruns realizados pela ANERMB entre os anos de 2012 e 2015, nos vários Estados da Nação, mas Senadores, Deputados e Secretários de Segurança, não deram a devida importância ao tema. O fundo garante verba para melhorar equipamentos, salários e efetivos das policias e bombeiros militares, polícias civis, agentes penitenciários, guardas municipais.


Porque as ruas brasileiras devem ser policiadas por aqueles que a lei determina, ou seja, polícias civis, militares. Ao Exército cumpre proteger as fronteiras do País. Logo, um plano de segurança correto deve considerar a rigorosa vigilância das fronteiras para evitar a entrada de drogas e armas, um policiamento ostensivo qualificado, com servidores bem remunerados, efetivo adequado e equipamento moderno. Também, leis fortes para inibir a criminalidade e só então pensar nos presídios, que são a última fase do processo e onde os apenados deveriam estar controlados e subordinados a rigoroso sistema disciplinar.


Os presídios, sim, devem ter condições adequadas para a recuperação do apenado, mas não podem ser prioridade ficando a frente dos cidadãos que cumprem as obrigações legais ou dos profissionais que trabalham para garantir a defesa da sociedade.


ANERMB – Associação Nacional Representativa dos Policiais e Bombeiros Militares e Pensionistas



Destaques
Últimas Notícias
Arquivo
Procurar por assunto
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square
Siga