Coronel Andre Leão, chefe do Estado Maior da PM de Minas Gerais fala sobre os benefícios do QOA

 

 

Durante o II Encontro Latino Americano de Trabalhadores Públicos da Segurança Cidadã, no qual o diretor cultural e social da ABERSSESC, subtenente Edison Linhares Júnior, participa em Belo Horizonte, conversou com o coronel André Leão, chefe do Estado Maior da Polícia Militar de Minas Gerais, sobre o funcionamento do Quadro de Oficiais Auxiliares (QOA) naquele Estado. Leão destacou que o projeto visa à valorização da carreira e traz muitos benefícios a instituição, além de economia financeira para os cofres públicos.

 

Santa Catarina é o único Estado da Federação que não possui o QOA. O coronel Leão lembrou que em Minas Gerais, onde o projeto já é aplicado, há benefícios na carreira para os praças que se sentem motivados no trabalho e querem alcançar um posto elevado na carreira, visto que o projeto visa uma progressão na carreira do militar. "O trabalho dos praças é tão eficiente quanto o dos oficiais de carreira. A instituição só tem a ganhar, pois adquire um profissional com eficiência e comprometimento", disse Leão. Que destacou que todos os anos a Polícia Militar de Minas Gerais abre mais de 100 vagas aos praças com mais de 15 anos de efetivo serviço. 

 

A ABERSSESC está lutando para que Santa Catarina implante o QOA. Para tanto, já entregou um parecer jurídico e exposição de motivos com os benefícios do projeto ao secretário de Segurança Pública, César Augusto Grubba e aos comandantes-gerais da Polícia e Corpo de Bombeiros Militares, coronéis Paulo Henrique Hemm e Onir Mocellin, respectivamente, que se comprometeram a estudar o caso.

 

"A Polícia Militar catarinense criou uma comissão para analisar a viabilidade da implantação do QOA", disse o subtenente Linhares. 

 

Foto e vídeo: Divulgação/ABERSSESC

 

 

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