Debate sobre o Ciclo Completo de Polícia em Brasília

Na tarde de quinta-feira (15), o presidente da ABERSSESC, subtenente Flavio Hamann, participou, na Câmara dos Deputados, de debate sobre o Ciclo Completo de Polícia. Estavam presentes, os deputados federais Major Rocha, Subtenente Gongaza, Major Olímpio, Eduardo Bolsonaro, além do comandante geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Bianchini e presidentes de 18 Associações filiadas à Associação Nacional de Entidades Representativas de Militares e Bombeiros (ANERMB).


A ANERMB e a Associação Beneficente e Representativa dos Subtenentes e Sargentos do Estado de Santa Catarina (ABERSSESC) são favoráveis e defendem a instituição do Ciclo Completo de Polícia, que consideram um avanço no contexto da segurança pública. Na oportunidade, o presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais, coronel Bianchini, defendeu o Ciclo Completo, assim como o acesso único por entender que deve-se ter uma única polícia e não ficar dividindo ocorrências, entre a militar e a civil.


Para a Bancada dos deputados militares na Câmara, o Ciclo Completo de Polícia é a solução para a segurança pública, a necessidade em dar uma resposta rápida à sociedade "quem é quem nós representamos".


"Com o Ciclo Completo, deixa de existir duas polícias, ficando apenas uma que possa atender com satisfação e dando respostas rápidas à sociedade", afirmou o presidente da ABERSSESC, subtenente Flavio Hamann.


A Associação Nacional de Entidades Representativas de Militares e Bombeiros (ANERMB) divulgou nota sobre o Ciclo Completo de Polícia, a qual conta com o apoio da ABERSSESC. Na nota, a ANERMB manifesta apoio ao projeto que visa criar o Ciclo Completo para as Polícias Militares dos Estados desde que as estruturas hierarquizadas das Polícias Militares sejam organizadas em carreira única, inclusive com paridade e isonomia salarial com os demais órgãos que compõem o Sistema de Segurança Pública.


“É inaceitável que tenhamos corporações divididas entre oficiais e praças, quando o objetivo comum é atender os preceitos constitucionais para a manutenção da ordem pública com a atividade de polícia ostensiva”, diz ainda a nota, assinada pelo presidente da ANERMB, Leonel Lucas.


A ABERSSESC apoia a nota e tem o mesmo posicionamento da ANERMB.

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